O BRASIL POSSUI MAIS DE 250 ESPÉCIES DE ABELHAS NATIVAS

O Beeliving trabalha na preservação de mais de 7 espécies nativas da Mata Atlântica, colhendo o mel destas duas espécies abaixo:




ABELHA MANDAÇAIA

Mandaçaia é uma palavra indígena que significa “vigia bonito” (mandá: vigia/ çai: bonito), por se observar no orifício da entrada da colméia uma abelha sempre presente, ou seja, a vigia, que cuida para que nenhum predador invada a colméia.


Seu mel é mais líquido e aromático, imprimindo sabores de acordo com a florada em que visitou no período de produção.

A melipona Mandaçaia é uma abelha sem ferrão brasileira mansa, encontrada desde o Norte até o Sul do Brasil. Sua criação racional deve ser valorizada porque é através dela que muitas plantas nativas da Mata Atlântica e outros biomas que se encontram ameaçados são polinizadas e preservadas.







ABELHA URUÇU AMARELA

Bugia
(Melipona mondury) como é conhecida popularmente por ser da mesma cor do macaco Bugio nativo da mata atlântica (mata predominante no sudeste e sul do Brasil), também conhecida como tuiuva, tujuva, tujuba, mondury, monduri ou mondiri é uma espécie de abelha sem ferrão, nativa da Mata Atlântica, produtora de mel e pólen e importante polinizadora das plantas.

A Uruçu Amarela costuma viver em grande colônias, não possui característica muito agressiva, tendo como único mecanismo de defesa a capacidade de beliscar a pele de quem a ameaça.


Seu mel é uma verdadeira especiaria da Mata Atlântica e revela os aromas da flora local com sabor frutado e cor dourada.

Infelizmente é uma espécies reconhecida como ameaçada de extinção porque suas áreas naturais de distribuição (Mata Atlântica) estão desaparecendo.